Porto Velho (RO)25 de Janeiro de 202606:44:46
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Endocrinologista cita sinais que o corpo dá quando a glicose está alta

Quando a glicose está alta, o corpo costuma dar alguns alertas sobre esse desequilíbrio, conforme pontua a endocrinologista Raissa Castro


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Foto de isens usa na Unsplash

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Conforme ressalta a Associação Americana de Diabetes (ADA), a hiperglicemia é o termo técnico para níveis elevados de glicose, ou seja, o açúcar no sangue. Manter esse índice alto ou com grandes oscilações pode desencadear condições de saúde, a exemplo do comprometimento dos rins. A endocrinologista Raissa Castro destaca que os picos de glicose "não são apenas um número ruim no exame".

A médica, que atende em Natal (RN), pontua que a glicose elevada não deve ser vista apenas como "um problema de diabetes", mas como um marcador de saúde metabólica global. "Quanto mais cedo o controle é feito, maiores são as chances de evitar complicações a longo prazo", frisa a especialista em saúde hormonal e do estilo de vida.

A endocrinologista e nutróloga declara que regular a glicose envolve adotar uma alimentação adequada, praticar atividade física, dormir bem, fazer o manejo do estresse e, quando necessário, utilizar medicação.

Sinais

Médica militar no Hospital de Guarnição de Natal (HGUN), Raissa menciona quais são os sinais dados pelo corpo quando a glicose está alta. Ela explica que, em fases iniciais, o açúcar no sangue em nível elevado pode ser assintomático, o que torna o "rastreio fundamental."

De acordo com a especialista, quando os sinais surgem, os mais comuns tendem a ser:

• Sede excessiva e boca seca;

• Urinar com frequência, inclusive à noite;

• Fadiga persistente e queda de energia;

• Visão turva;

• Dificuldade de concentração;

• Aumento do apetite, especialmente por carboidratos;

• Infecções com repetição, como urinárias, cutâneas e candidíase;

• Dificuldade de cicatrização.

Segundo a endocrinologista, em fases mais avançadas, pode haver perda de peso involuntária, fraqueza muscular e mal-estar geral em decorrência da glicose elevada com frequência.

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Marina Ferreira e Claudia Meireles - Metrópoles

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