Porto Velho (RO)10 de Setembro de 202608:51:37
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Cliente compra iPhone de quase R$ 5 mil e recebe bolinhas de gude no DF

Morador de Planaltina pagou R$ 4.588,20 pelo aparelho via Pix, mas encontrou brinquedo e bolinhas de gude dentro da encomenda


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Um morador de Planaltina, no Distrito Federal, afirma ter sido vítima de um golpe após comprar um iPhone 16 pela internet. O aparelho custou R$ 4.588,20, pagos via Pix. Quando recebeu a encomenda, porém, encontrou bolinhas de gude e um hand spinner no lugar do celular.

Segundo o consumidor, que preferiu não se identificar, a compra seria para substituir um aparelho que havia sido furtado. A encomenda chegou lacrada, o que fez com que ele não desconfiasse de qualquer irregularidade.

Ao abrir a caixa, no entanuo, percebeu que o celular não estava no pacote.

"Ao abrir a encomenda que estava lacrada, o aparelho não estava lá. Na caixa estavam apenas bolinhas de gude e um brinquedo, um hand spinner colado com cola quente", relatou.

Diante da situação, o consumidor registrou um boletim de ocorrência na 31ª Delegacia de Polícia, em Planaltina, e seguiu as orientações da plataforma onde realizou a compra, a Amazon, para devolver a encomenda.

Mesmo após a devolução, o consumidor afirma que não recebeu o dinheiro de volta. Como o problema não foi solucionado, ele decidiu procurar a reportagem.

Em nota, a Amazon informou que lamenta o ocorrido e está apurando o caso internamente.

Precisou pegar cartão emprestado

Além de ficar sem o aparelho e sem o valor pago pela compra, o consumidor contou que precisou recorrer a um cartão de crédito emprestado para adquirir outro celular.

"Comprei um celular de modelo inferior para substituir o meu celular que foi furtado e o que não chegou", lamentou.

Consumidor procurou o Procon

O morador também procurou o Procon-DF para tentar solucionar o problema. Segundo ele, foi orientado a buscar a Justiça caso não conseguisse resolver a situação diretamente com a empresa.

"Estou ajuizando a ação no Juizado Especial Cível do TJDFT, por não conseguir resolver de nenhuma outra maneira", afirmou.

Metrópoles


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