Porto Velho (RO)10 de Setembro de 202616:06:53
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Homem encontrado morto perto da Rodoviária do Plano Piloto é identificado

Rogério Santos de Castro, de 36 anos, estava em situação de rua no Distrito Federal; família ainda não procurou o IML


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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) identificou o homem encontrado morto nas proximidades da Rodoviária do Plano Piloto, em 1º de setembro. A vítima foi identificada como Rogério Santos de Castro, de 36 anos, natural de Salvador (BA).

Segundo o Instituto Médico Legal (IML), a identificação foi divulgada nesta quinta-feira (10/9). Rogério já havia morado em Águas Lindas (GO), no Entorno do Distrito Federal, e estava em situação de rua quando foi encontrado. Até o momento, nenhum familiar procurou a unidade para fazer a liberação do corpo. A causa da morte não foi informada.

Familiares que tiverem informações sobre Rogério podem entrar em contato com o IML pelos telefones (61) 3207-4815 e 3207-4813 ou comparecer pessoalmente à unidade para solicitar a liberação do corpo.

Histórico policial

De acordo com a Polícia Civil, Rogério tinha registros relacionados a três ocorrências. Uma delas, por tráfico de drogas, ocorreu em 2007, mas ele foi inocentado. Em 2011, houve uma ocorrência de violência doméstica, que terminou com a assinatura de um termo circunstanciado, sem que ele chegasse a ser julgado.

O terceiro caso ocorreu em maio de 2021, quando Rogério foi preso na entrada da estação de metrô da Rodoviária do Plano Piloto. Na ocasião, ele utilizou uma barra de ferro para atingir e danificar portas de duas caixas vermelhas destinadas às mangueiras de incêndio.

Durante a abordagem, feita por agentes de segurança do Metrô e pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Rogério afirmou que havia danificado os equipamentos porque estavam difíceis de abrir e que pretendia guardar seus pertences no local.

Ele chegou a ser denunciado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) por dano ao patrimônio. Como não tinha condições de pagar a fiança de R$ 550, acabou sendo liberado.

Após a denúncia, a Justiça tentou localizar Rogério durante cerca de cinco anos para que ele fosse julgado, mas não conseguiu encontrá-lo.

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