Porto Velho (RO)05 de Novembro de 202616:33:07
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VÍDEO: Mulher é agredida após discussão política

Vítima perdeu a consciência e foi hospitalizada enquanto a defesa pede a prisão de cabo da PM


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Reprodução

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A Polícia Militar foi acionada na noite de segunda-feira (2) devido a uma ocorrência de agressão física contra uma mulher, no bairro Itapuã, em Vila Velha, no Espírito Santo.

No local, a vítima relatou ter sido agredida por um homem, que a agrediu diversas vezes em seu rosto e a pressionou contra a parede. As testemunhas contaram que as agressões teriam iniciado a partir de uma discussão entre duas mulheres por causa de divergência política.

Os agentes foram informados que o agressor teria se deslocado para seu prédio a ao chegar lá, a equipe tentou estabelecer contato com o morador, mas não obteve êxito em localizá-lo. A vítima apresentou lesões e chegou a perder a consciência. Após o ocorrido, ela foi diretamente encaminhada ao Hospital Antônio Bezerra de Farias.

Em nota à CNN, o advogado da vítima afirmou que a briga iniciou por causa de uma discussão política e que o ocorrido foi mais um caso de feminicídio.

"De um lado temos uma mulher, com direito e obrigações, e do outro, um cabo da Briosa PM, pessoa que tem a missão de proteger a sociedade, especialmente as mulheres, que são vítimas de violência de gênero. Mas, não agiu assim este policial, pelo contrário, atacou-a violentamente, sem qualquer razão, sem permitir que ela percebesse de onde viria a agressão, que quase lhe custou a vida. Sabemos que esta não é a conduta de um policial militar de verdade, mas sim, de um criminoso.

À Justiça, conforme requerido na NOTÍCIA-CRIME, com pedido de MEDIDAS PROTETIVAS DE URGÊNCIA e de PRISÃO PREVENTIVA do policial criminoso (5049551-46.2026.8.08.0035), cumpre promover a proteção das mulheres, o combate contra os criminosos de gênero, à obrigação de retirar da sociedade pessoas que não podem viver em sociedade, pois são violentas, e não admitem que as mulheres exerçam seus direitos, e, agem perigosa e agressivamente contra estas mulheres, pois sabemos que se estivesse diante de um homem, o policial covarde não teria tanta coragem. Enquanto membros da sociedade, temos a missão de proteger as mulheres, mas tal não foi o pensamento daqueles que prestavam serviços naquele bar (Puxadinho), e merecem responder por suas omissões criminosas, e assim, também buscaremos junto à Justiça."

O caso foi para o TJ (Tribunal de Justiça) e segundo os mesmo, o pedido de proteções à vítima mas ao mesmo tempo declarou que aquela vara judicial não é o local correto para julgar o caso.




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