Uma megaoperação coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Programa Protetor das Divisas, foi deflagrada nesta semana pelo Departamento Estadual de Narcóticos (Denarc) de Rondônia. A Operação Metáfora Fase II cumpriu 57 mandados de busca e apreensão em três unidades da Federação e resultou na prisão de traficantes de alto escalão, incluindo o apontado como chefe do tráfico na zona leste de Porto Velho: Gilson Alves da Silva, vulgo "Polegar".
Ação em três estados
Segundo informações da corporação, os mandados foram cumpridos em Rondônia (Porto Velho, Guajará-Mirim e Vilhena), Goiânia (GO) e no Distrito Federal. Em Goiás, um investigado foi preso em flagrante com 2 kg de entorpecentes. No DF, também foram realizadas medidas cautelares.
A operação integra a Operação Protetor das Divisas, coordenada nacionalmente pela CGFRON/DIOPI/SENASP (Coordenação-Geral de Fronteiras, Diretoria de Operações Integradas e Secretaria Nacional de Segurança Pública), com foco no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas nas fronteiras e divisas do país.
Alvos conhecidos da polícia
Em Porto Velho, a Denarc cumpriu vários mandados de prisão contra indivíduos já investigados e presos pelo departamento em outras ocasiões. Entre os nomes de maior destaque está Gilson Alves da Silva, o "Polegar", apontado pelas investigações como o chefe do tráfico de drogas na zona leste da capital.
Também foi preso Leonardo Gil Alves de Souza, vulgo "Gil". Conforme o Denarc, ambos faziam parte de uma mesma organização criminosa responsável por enviar entorpecentes para vários estados da Federação.
A investigação não detalhou, por ora, a quantidade total de drogas apreendidas na fase II da Operação Metáfora, tampouco o número exato de presos em Rondônia. As informações consolidadas devem ser divulgadas nas próximas horas pela corporação.
Desdobramentos
Os presos e o material apreendido foram encaminhados às unidades prisionais e à Justiça para os procedimentos cabíveis. A Operação Metáfora Fase II é um desdobramento de investigações anteriores e pode ter novas fases nas próximas semanas, conforme avançam as análises dos dados e aparelhos celulares apreendidos.
Portal SGC