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Aluízio Vidal passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (16), mas a Justiça manteve a prisão preventiva. A defesa do investigado ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
A advogada Carla Begnini, que representa a maioria das vítimas no caso envolvendo o pastor Aluízio Vidal, afirmou que os depoimentos prestados durante a investigação apresentam pontos em comum. Segundo ela, as vítimas não tinham contato entre si antes dos relatos.
As investigações são conduzidas simultaneamente pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) e pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) da Polícia Civil. O caso tramita em sigilo absoluto e, por isso, detalhes dos depoimentos e dos procedimentos não podem ser divulgados.
De acordo com a advogada, a existência de relatos semelhantes entre diferentes vítimas foi um dos elementos considerados no andamento da investigação. Ela também afirmou que havia ações dentro da igreja para tentar descredibilizar os relatos e que a prisão interrompeu parte dessas movimentações.
A advogada orientou outras possíveis vítimas que ainda não procuraram as autoridades a formalizarem os relatos.
Portal SGC