Porto Velho (RO)24 de Março de 202615:59:44
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Saúde

Caso de coqueluche é confirmado em Porto Velho e acende alerta na saúde

Criança está internada, passa bem e autoridades intensificam monitoramento e vacinação


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Montagem Portal SGC

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A Prefeitura de Porto Velho confirmou, nesta terça-feira (24), um caso de coqueluche na capital. A paciente é uma criança que está internada, com quadro estável, e segue em tratamento sob acompanhamento da rede estadual de saúde.

Após a confirmação, o Departamento de Vigilância em Saúde iniciou medidas de controle, incluindo o monitoramento de pessoas que tiveram contato com a criança, além da intensificação da vacinação.

Doença é altamente contagiosa

A coqueluche é uma infecção respiratória causada pela bactéria Bordetella pertussis. A transmissão ocorre por meio de gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar, o que facilita a disseminação, especialmente em ambientes fechados.

Por conta do alto poder de contágio, a doença exige atenção, principalmente em crianças pequenas, que podem desenvolver quadros mais graves.

Sintomas exigem atenção

Entre os principais sinais da doença estão:

  • Tosse intensa e prolongada
  • Dificuldade para respirar
  • Crises de tosse seguidas de vômito
  • Cansaço extremo após os episódios

Em bebês, os sintomas podem evoluir rapidamente, aumentando o risco de complicações.

Tratamento deve ser iniciado o quanto antes

De acordo com o Ministério da Saúde, o tratamento da coqueluche é feito com uso de antibióticos e acompanhamento médico.

Quando iniciado precocemente, o tratamento reduz a gravidade da doença e também diminui o risco de transmissão para outras pessoas.

Vacinação é a principal forma de prevenção

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) reforça que a vacina contra a coqueluche está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O esquema vacinal inclui:

  • Crianças: vacina pentavalente aos 2, 4 e 6 meses, com reforços aos 15 meses e aos 4 anos
  • Gestantes: vacina dTpa durante a gravidez, protegendo o bebê nos primeiros meses de vida
  • Adultos: reforço contra difteria e tétano (dT) a cada 10 anos
  • Orientação é buscar atendimento ao surgirem sintomas

A recomendação das autoridades de saúde é que pessoas com sintomas leves procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Já em casos mais graves, o atendimento deve ser feito em unidades de pronto atendimento ou hospitais.

Caso reforça importância da prevenção

O registro do caso em Porto Velho acende um alerta para a importância da vacinação e da atenção aos sintomas, especialmente em doenças com alto potencial de transmissão.

Autoridades destacam que a prevenção continua sendo a principal forma de proteger a população e evitar novos casos.

Portal SGC


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