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Um alerta sobre o cenário de vigilância e controle da coqueluche foi acionado em Porto Velho e em todo o estado de Rondônia após o registro de um caso suspeito da doença no final de março.
A coqueluche é uma infecção respiratória, transmissível e causada pela bactéria Bordetella pertussis. Presente em todo o mundo, tem como principal característica as crises de tosse seca. A doença pode atingir também a traqueia e os brônquios. Entre os sintomas, a tosse se destaca principalmente após dez dias de manifestação clínica.
De acordo com a Gerente Epidemiológica da Agevisa, Luma Kubota, o Brasil ainda não erradicou a doença, e há registros ativos. Em Rondônia, um caso recente foi confirmado em uma bebê de três meses, que já está recuperada. Todo o sistema epidemiológico de Porto Velho e do estado realizou os procedimentos de bloqueio necessários, conforme explicou o Diretor Estadual da Agevisa, Gilvander Gregório.
A transmissão da coqueluche ocorre, principalmente, pelo contato com a pessoa doente, por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou até mesmo ao falar. Em alguns casos, a transmissão pode ocorrer por objetos recentemente contaminados com secreções de pessoas doentes.
A vacina ainda é o melhor recurso contra a doença. A Agevisa realiza o monitoramento dos municípios e orienta que toda gestante precisa tomar a vacina para manter a saúde vacinal dela e da criança.
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