Porto Velho (RO)03 de Maio de 202607:13:43
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Saúde

Insuficiência cardíaca: Sinais e fatores de risco desta doença grave

É importante conhecer os sinais, a que deve estar atento e ainda os fatores de risco


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Quando falamos de insuficiência cardíaca, você sabe do que se trata? Essa é uma doença grave e crônica que precisa de tratamento e acompanhamento. Ficar atento aos sinais e fatores de risco pode ser fundamental. Saiba mais sobre essa condição.

De acordo com o Atlas da Saúde, nesta sexta-feira, 1º de maio, é celebrado o Dia Europeu da Insuficiência Cardíaca. Ao longo do mês, diversas iniciativas são realizadas com o objetivo de conscientizar sobre o problema.

Insuficiência cardíaca: o que é e os tipos

"A insuficiência cardíaca é uma doença grave e crônica, que ocorre quando o coração é incapaz de bombear sangue para o corpo na quantidade necessária ou de relaxar e receber o sangue de forma adequada", explica o site do SNS24.

Nessa situação, o sangue pode não fornecer os nutrientes e o oxigênio necessários para o bom funcionamento do organismo. E, ao contrário do que muitos pensam, existem diferentes tipos de insuficiência cardíaca.

"A insuficiência cardíaca pode ser classificada com base em um parâmetro obtido por exames de imagem: a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo (FEVE), que mede a capacidade do coração de bombear sangue para o corpo", detalha o SNS24.

Assim, existe a insuficiência cardíaca com FEVE reduzida, quando a capacidade de bombeamento está comprometida (valor inferior a 40%), sendo a forma mais preocupante e associada a maiores riscos.

Há também a insuficiência cardíaca com FEVE intermediária, quando o valor está entre 40% e 49%, indicando leve redução da função cardíaca. Já na insuficiência cardíaca com FEVE preservada, a capacidade de bombeamento permanece dentro da normalidade.

Sinais e fatores de risco

Alguns sinais podem indicar insuficiência cardíaca, embora o diagnóstico deva ser feito por um médico. Entre eles estão: cansaço extremo, falta de ar (que pode limitar atividades ou exigir dormir com mais travesseiros), taquicardia constante, inchaço nas pernas ou no abdômen, aumento da necessidade de urinar à noite, tonturas, desmaios e ganho de peso.

"Quando os pacientes apresentam esses sintomas, devem procurar um médico para avaliar a possibilidade de insuficiência cardíaca."

Entre os principais fatores de risco estão doenças das artérias coronárias, infarto e pressão alta. Também aumentam o risco condições como colesterol elevado, diabetes, obesidade, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar de doença cardíaca e alterações genéticas.

Por isso, ficar atento aos sinais e buscar tratamento adequado é essencial para prevenir e controlar a insuficiência cardíaca.

Tratamento

O tratamento deve ser individualizado, pois depende da gravidade da doença e da sua evolução, segundo o SNS24.

Mudanças no estilo de vida — como alimentação saudável e abandono do tabagismo —, uso correto de medicamentos e procedimentos como o cateterismo podem fazer parte do tratamento.

"Nos casos mais graves, quando a insuficiência cardíaca não responde ao tratamento, pode ser indicado o transplante de coração."
















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