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O conde Charles Spencer, irmão da princesa Diana, afirmou que nunca acreditou nas teorias de conspiração relacionadas à morte da irmã. A declaração foi dada em entrevista à revista People nesta terça-feira (22), data de lançamento do livro Swan Song: My Sister, Diana, escrito por Spencer.
Diana morreu em 31 de agosto de 1997, aos 36 anos, após o carro em que estava bater contra uma parede dentro de um túnel em Paris, na França. O veículo era perseguido por paparazzi. Também morreram no acidente o namorado da princesa, Dodi Fayed, e o motorista Henri Paul. O guarda-costas Trevor Rees-Jones sobreviveu.
Questionado sobre as teorias que apontam para uma possível ação planejada contra Diana, Spencer afirmou não acreditar nessa possibilidade. Segundo ele, se houvesse uma conspiração para matar alguém da importância da princesa, o acidente não teria ocorrido daquela maneira.
Entre as teorias levantadas ao longo dos anos estão um possível envolvimento do serviço secreto britânico, uma suposta sabotagem nos freios do carro e a hipótese de que Diana estaria grávida e prestes a anunciar um noivado com Dodi Fayed. Outra versão afirma que outro veículo teria sido usado para provocar a saída do carro da pista.
Lembranças da irmã
Durante a entrevista, Spencer também contou que, em alguns momentos, sente a presença da irmã. Ele afirmou que costuma usar abotoaduras dadas por Diana no fim dos anos 1980 quando precisa participar de reuniões importantes, como uma forma de homenageá-la.
O novo livro também aborda episódios da vida de Diana e o casamento dela com Charles, atual rei do Reino Unido. Na obra, Spencer relata que o então príncipe Charles teria dito que as pessoas logo se esqueceriam de Diana. Segundo o conde, a declaração ocorreu durante uma discussão sobre os preparativos para o funeral da princesa.
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