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A Polícia Civil (PCDF) divulgou, nesta quarta-feira (15/7), a identidade do médico André Zaparoli Seccadio, investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de 2 anos. O suspeito teve a prisão preventiva decretada pela Justiça do Distrito Federal, mas não foi localizado e é considerado foragido. A corporação pede o apoio da população para localizar o investigado.

O inquérito foi instaurado após a denúncia de uma possível violência sexual praticada contra a criança, cuja identidade é mantida em sigilo. As investigações foram conduzidas pela 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), que reuniu depoimentos de familiares da vítima, profissionais da instituição de ensino frequentada pela criança testemunhas e o próprio investigado, além da análise de outros elementos produzidos ao longo da apuração.
Segundo a PCDF, durante a investigação foram identificadas mudanças significativas no comportamento da criança após os fatos apurados. Profissionais da escola relataram episódios frequentes de choro intenso, nervosismo, crises emocionais, regressão no processo de desfralde, constipação severa e outras alterações comportamentais que chegaram a exigir atendimento médico em diversas ocasiões.
A investigação também reuniu outros relatos que, em tese, apontam para a prática de violência sexual atribuída ao médico em ocasiões anteriores. As declarações foram prestadas de forma independente e apresentaram informações semelhantes, passando a integrar o conjunto de elementos encaminhados ao Poder Judiciário para análise do pedido de prisão preventiva.
Ainda conforme a corporação, as apurações indicam que o investigado também teria descumprido medidas protetivas impostas pela Justiça. Mesmo após ser comunicado oficialmente das restrições, ele teria ido à residência da vítima em mais de uma ocasião e voltado a se aproximar da família.
Após a expedição do mandado, equipes da PCDF realizaram buscas em endereços conhecidos, mas André Zaparoli Seccadio não foi localizado e permanece foragido.
A Polícia Civil solicita que qualquer informação sobre o paradeiro do investigado seja repassada, de forma anônima e sigilosa, pelo telefone 197, pelo WhatsApp (61) 98626-1197 ou em qualquer unidade da PCDF. Segundo a corporação, todas as denúncias são tratadas com absoluto sigilo.
Correio Braziliense