Porto Velho (RO)21 de Julho de 202615:58:16
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Plantão de Polícia

VÍDEO: sargento leva esposa morta até carro e vai a hospital; vítima é capitã

A capitã da PM tinha várias lesões pelo corpo incluido marcas de chicoteamento


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Reprodução

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Um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais, Eduardo Abner Pereira, de 37 anos, foi preso sob suspeita de ter matado sua esposa, a capitã Michelle Leão Azevedo, de 41 anos. A vítima foi levada ao hospital pelo marido já sem vida. O crime teria ocorrido no apartamento do casal na região nordeste da cidade e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Um vídeo obtido durante as investigações mostram o sargento carregando o corpo da mulher já sem vida, levando ao carro e depois ao hospital.

As informações são de que Michele deu entrada no hospital por volta das 21h35 de segunda-feira (20), já sem sinais vitais. A equipe médica verificou um quadro de assistolia e estimou que a morte havia ocorrido entre quatro e seis horas antes da chegada ao hospital.

A equipe médica identificou diversas lesões na vítima. A capitã da PM tinha traumatismo craniano, um ferimento grande na região frontal da cabeça, lesões nos membros inferiores, hematomas, edema na perna esquerda, marcas arredondadas na perna direita e diversas lesões que indicavam que ela podia ter sofrido um chicoteamento.

O sargento foi ouvido e disse que ele e a esposa estavam consumindo bebidas alcoólicas e ecstasy após uma confraternização na casa do casal. Ele disse ainda que o casal estava junto há oito anos com práticas sexuais envolvendo dominação física que eram consentidas.

Eduardo contou que o ferimento na cabeça da esposa foi porque ela caiu da escada. Ele ajudou a conter o sangramento da mulher, deu banho nela e a colocou para dormir. Segundo ela, a esposa não quis ir ao hospital com vergonha da situação.

Porém, ainda conforme o sargento, por volta de 21h ele percebeu que a mulher não respondia aos estímulos e decidiu levá-la ao hospital.

Familiares de Michele afirmaram à polícia que o relacionamento era marcado por controle psicológico e comportamento abusivo.

A Polícia Civil investiga o caso e aguarda os laudos periciais para esclarecer a dinâmica da morte da capitã Michele Leão Azevedo.

D24am


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