Porto Velho (RO)28 de Setembro de 202607:31:26
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Plantão de Polícia

Policial penal é preso por suspeita de matar a esposa na frente da filha

Caso é tratado como morte suspeita e é investigado pela Polícia Civil de Cajamar, na região metropolitana de São Paulo


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O policial penal Felipe Arthur Bugni, de 40 anos, foi preso em flagrante por suspeita de matar a esposa, Aline Alves Bugni, de 31, com um disparo na cabeça na noite deste domingo (27), em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo. Apesar da prisão, o caso é tratado como morte suspeita e ainda depende dos exames periciais para esclarecer as circunstâncias.

Segundo uma fonte da Guarda Civil Municipal (GCM), a filha do casal, de 6 anos, teria presenciado o ocorrido.

O crime aconteceu na residência da família, no bairro Residencial Eldorado. Antes do disparo, vizinhos relataram ter ouvido o casal discutindo. Segundo informações, a discussão teria começado ainda no início do domingo.

Após o disparo, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas Aline já estava morta quando a equipe chegou. A GCM também foi chamada porque o policial penal ainda estava armado no local.

Familiares da vítima foram até a residência após serem informados sobre o ocorrido. O pai de Aline, sogro de Bugni, teria sido agredido ao confrontar o policial penal. O casal estava casado havia 10 anos.

Investigação

Após ser preso, Bugni afirmou que Aline teria atentado contra a própria vida. A versão será analisada pela perícia.

Exames da Polícia Científica devem esclarecer o trajeto do projétil encontrado sobre a cama e ajudar a determinar se a professora tirou a própria vida ou se foi atingida pelo companheiro.

Familiares de Aline prestaram depoimento na delegacia. Segundo os relatos, ela já havia contado sobre episódios de violência doméstica, mas teria receio de terminar o relacionamento. Um irmão da vítima mencionou quatro episódios de agressão que ela teria sofrido durante o casamento.

Bugni passará por audiência de custódia nesta segunda-feira (28). A Corregedoria da Polícia Penal acompanha o caso.

Metrópoles


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