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O pesquisador em saúde pública Leonardo Calderon morreu aos 50 anos, na manhã deste sábado (3), em sua residência. Ele era vinculado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Rondônia) e também lecionava no curso de Medicina da Universidade Federal de Rondônia (Unir). A morte ocorreu por causas naturais, após um mal súbito.
Ao longo da carreira, Calderon desenvolveu pesquisas na área científica e publicou trabalhos em revistas especializadas nacionais e internacionais. Ele também integrava o Centro de Estudos de Biomoléculas Aplicadas à Saúde (Cebio), ligado à Fiocruz Rondônia.
Trajetória acadêmica
Formado em Ciências Biológicas e doutor na mesma área pela Universidade de Brasília (UnB), Leonardo Calderon iniciou sua atuação no Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais (Ipepatro) em 2008. Ele acompanhou o processo de transição da instituição para a criação da Fiocruz Rondônia e, desde 2012, trabalhava como pesquisador em saúde pública.
Além das atividades de pesquisa e docência, ocupou cargos de gestão acadêmica. Entre 2012 e 2014, foi vice-diretor de pesquisa da Fiocruz Rondônia. Posteriormente, entre 2017 e 2018, exerceu a função de pró-reitor de pós-graduação e pesquisa da Unir.
Calderon também se dedicava à divulgação científica, buscando aproximar o conhecimento produzido nas universidades e instituições de pesquisa da população. Em Porto Velho, colaborava como colunista da rádio CBN Amazônia.
O pesquisador deixa a esposa e um filho.
G1