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O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado em 3 de maio, representa um lembrete de que uma democracia só é plena quando jornalistas podem investigar, relatar e questionar sem medo de retaliação. A data tem como objetivo conscientizar a população sobre o papel essencial da imprensa livre, valorizar os profissionais da comunicação e reforçar o acesso à informação como um direito de todos.
De acordo com Zacarias Pena Verde, presidente do SINJOR, a liberdade de imprensa é um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática, pois é por meio dela que a informação circula e a população forma suas próprias opiniões. Ele afirma que é direito de todo cidadão receber notícias que não sejam filtradas por interesses autoritários ou censuradas. Em tempos de fake news, valorizar veículos profissionais e éticos é a melhor defesa para manter o debate público saudável.
O jornalista, segundo a reportagem, atua como um contador de histórias reais, transformando fatos cotidianos em narrativas relevantes que registram o presente. Mais do que relatar, o profissional precisa verificar se o que está contando é realmente real — uma seleção feita na redação, como no caso da televisão, pelo pauteiro.
Jackson Vicente, pauteiro, afirma que quem vive isso a todo instante sabe muito bem da importância da informação verídica e também da forma de passar essa verdade.
O apresentador Jhon Silva destaca a necessidade de trazer conteúdo consistente aos programas. Já Ronald Lage, também apresentador, defende que é de grande importância que a informação seja verídica.
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