Porto Velho (RO)22 de Setembro de 202618:06:35
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Pesquisa mostra avaliação de ministros do STF; veja os índices

Levantamento AtlasIntel aponta diferenças entre as avaliações positivas e negativas dos integrantes da Corte


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Uma pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (22) mostra como os entrevistados avaliam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os integrantes da Corte, Cármen Lúcia foi a única a apresentar percentual de avaliação positiva superior ao negativo.

A ministra registrou 47% de avaliações positivas e 38% negativas. André Mendonça também alcançou 47% de avaliações positivas, mas teve 48% de avaliações negativas. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois aparecem em situação de empate técnico no percentual positivo.

Flávio Dino registrou 44% de avaliações positivas e 50% negativas. Alexandre de Moraes teve 36% de avaliações positivas e 59% negativas.

Luiz Fux apareceu com 36% de avaliações favoráveis e 49% desfavoráveis. Cristiano Zanin registrou 34% de avaliações positivas e 48% negativas.

Entre os demais ministros, Gilmar Mendes teve 26% de avaliações positivas e 59% negativas. Edson Fachin registrou 22% positivas e 54% negativas.

Kassio Nunes Marques apareceu com 12% de avaliações positivas e 63% negativas. Dias Toffoli teve o maior percentual de avaliações negativas entre os ministros, com 79%, enquanto 5% dos entrevistados fizeram uma avaliação positiva.

Avaliação do STF

A pesquisa também perguntou aos participantes sobre a confiança na instituição. Segundo o levantamento, 61% afirmaram não confiar no trabalho e nos ministros do STF.

Por outro lado, 27,8% disseram confiar na Corte, enquanto 11,1% não souberam ou não responderam à pergunta.

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel entrevistou 1.852 eleitores entre os dias 17 e 21 de setembro de 2026, por meio de recrutamento digital.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto.

CNN Brasil


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