Porto Velho (RO)28 de Setembro de 202611:30:17
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Plantão de Polícia

Politec procura familiares de trabalhador de Rondônia morto a tiros em fazenda de Mato Grosso

Adriano foi morto a tiros por outro trabalhador da propriedade após uma discussão relacionada ao pagamento de diárias.


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A Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec) está à procura de familiares de Adriano Gaspar de Oliveira, de 43 anos, para realizar os procedimentos necessários após a morte do trabalhador, ocorrida na última terça-feira (22), em uma propriedade rural de Nova Bandeirantes (MT).

Adriano era natural de Rolim de Moura, em Rondônia, e estava trabalhando como diarista em uma fazenda na zona rural do município mato-grossense. O corpo permanece na unidade da Politec de Alta Floresta, aguardando o comparecimento de familiares para o registro da declaração de óbito e demais procedimentos legais.

A Politec está localizada na Avenida Perimetral Deputado Rogério Silva, nº 1661, lotes 55 e 56, Setor Alpha 4, Quadra 40, em Alta Floresta. Informações podem ser obtidas pelos telefones (66) 3521-7832 e (66) 9246-8142.

Como aconteceu o crime

Adriano foi morto a tiros por outro trabalhador da propriedade após uma discussão relacionada ao pagamento de diárias. Segundo informações da Polícia Civil, o homicídio aconteceu por volta das 21h50.

A vítima havia sido contratada aproximadamente uma semana antes para trabalhar na fazenda. Na noite do crime, após consumir bebidas alcoólicas, Adriano teria discutido com outro funcionário por causa de divergências envolvendo o pagamento pelo trabalho.

De acordo com o relato do proprietário da fazenda, um dos trabalhadores informou que Adriano estaria alcoolizado, cobrando o pagamento e manifestando a intenção de deixar a propriedade. Para evitar que a situação se agravasse, o fazendeiro teria orientado o trabalhador a ir para o quarto.

Posteriormente, o proprietário recebeu uma mensagem informando que Adriano teria entrado no quarto armado com uma faca. O outro trabalhador teria efetuado disparos contra ele, alegando ter agido em legítima defesa.

As circunstâncias do homicídio são investigadas pela Polícia Civil, que deverá apurar a dinâmica da discussão e as condições em que os disparos foram realizados.

Portal SGC


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